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Analise as seguintes afirmações sobre protocolos de roteamento.
Assinale a alternativa que contém a(s) afirmação(ões) CORRETA(S).
Apenas I.
Apenas II.
Apenas II e III.
Apenas III.
I, II e III.
O OSPF v2 é um protocolo que pode ser corretamente utilizado em sistemas autônomos (autonomous system).
O protocolo OSPF v2 suporta operação em hierarquia, diferentemente do protocolo RIP.
O OSPF v2 é um protocolo do tipo vetor-distância (distancevector).
Analise as seguintes afirmações sobre protocolos de roteamento.
Assinale a alternativa que contém a(s) afirmação(ões) CORRETA(S).
Apenas I.
Apenas II.
Apenas II e III.
Apenas III.
I, II e III.
Um protocolo de rede utilizado para realizar roteamento dinâmico em redes TCP/IP é:
IGMP
ICMP
DHCP
OSPF
SSH
Considere as seguintes afirmações relacionadas ao protocolo OSPF (Open Shortest Path First) e RIP (Routing Information Protocol).
I. O RIP consegue lidar com no máximo 16 saltos e o RIP2 consegue lidar com máscaras de sub-rede.
II. O RIP é um protocolo que se utiliza do algoritmo de vetor de distâncias e o OSPF utiliza um algoritmo de estado de enlace.
III. O RIP é um protocolo de passagem interior, também denominado IGP (Interior Gateway Protocol), e o OSPF é um protocolo de passagem exterior, também denominado EGP (Exterior Gateway Protocol).
IV. O RIP efetua atualizações periódicas de suas tabelas enquanto o OSPF efetua atualizações quando ocorre uma mudança no estado das ligações.
Indique a opção que contenha todas as afirmações verdadeiras.
Sobre o protocolo de roteamento RIP (Routing Information Protocol) é FALSO afirmar que
as rotas mudam rapidamente, o que atrapalha a estabilização da topologia de roteamento, uma vez que a informação pode se propagar devagar e alguns roteadores podem ter a informação de roteamento errada.
é usado apenas para rotear dados entre redes privadas, não possuindo suporte a pacotes TCP/IP, não sendo usado na Internet.
os roteadores precisam ficar enviando mensagens em período regular de tempo para roteadores que ele consiga acessar diretamente, o que ajuda a congestionar a rede. O tempo para o envio da tabela de rotas aos roteadores vizinhos pode ser longo a ponto de surgirem problemas relacionados a mudanças de topologia.
os roteadores definem o caminho para atingir as redes baseado em vetor de distância, não levando em conta o congestionamento da rota. Caso algum roteador na rota saia do ar, essa condição não é considerada de imediato.
Sobre Roteamento, é FALSO afirmar:
Os roteadores que trabalham na camada 3 do modelo OSI conectam duas redes IPs diferentes, que podem ser redes locais ou remotas. O processo de roteamento baseia-se na análise do endereço IP de destino dos dados de entrada e no envio dos dados por meio de uma porta de saída, de acordo com uma tabela de roteamento, que pode ser configurada manualmente.
Roteadores de fronteira de redes de sistemas autônomos podem executar troca de tabelas com outros sistemas autônomos por meio de protocolos de roteamento exteriores. Diferentemente dos switches, os roteadores sempre precisam de alguma configuração.
Os roteadores IP que interligam as redes podem ser computadores com interfaces de rede ou dispositivos especificamente projetados para operar como roteadores. Existe um número máximo de roteadores pelos quais um datagrama pode passar entre sua origem e seu destino. Esse controle é realizado pelo campo TTL (Time to Live) no cabeçalho do datagrama. A cada roteador, o valor armazenado é decrementado e o datagrama é descartado quando esse valor chega a zero.
Roteadores que executam o protocolo OSPF são necessariamente roteadores internos a um sistema autônomo, não possuindo conexões com roteadores de outros sistemas autônomos.