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Nancy Takata (1974) foi a terapeuta ocupacional pioneira que definiu o brincar como um conjunto complexo de comportamentos, caracterizado por um processo dinâmico envolvendo atitudes e ações particulares. A premissa da autora é que o brincar interfere no desenvolvimento da criança, tornando-se mais complexo com o passar do tempo. Dessa forma, a opção que relaciona corretamente o desenvolvimento da criança com a taxonomia do brincar definida por essa autora é:
no período simbólico e na fase construtiva simples, o brincar ocorre em cooperação, existindo o refinamento nas habilidades e nas interações sociais.
no período recreativo, o brincar desperta a criança para a fantasia, por meio da imitação de pessoas com as quais a criança convive no cotidiano.
no período sensório-motor, o brincar é centrado internamente sendo caracterizado como a fase de exploração e manipulação de si mesmo, dos pais e dos objetos no ambiente.
no período do jogo, o brincar realiza-se por meio de ações simbólicas com o início do faz-de-conta, sendo notória a evolução e o refinamento da linguagem.