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Como resultado da Primeira Guerra Mundial, o governo estadunidense começou a mobilizar a formação de profissionais para trabalhar com um número esperado de 123.000 soldados e marinheiros com deficiências retornando aos Estados Unidos da América. A principal justificativa era que muitos soldados precisavam de serviços cirúrgicos, médicos, de enfermagem, educacionais e vocacionais para retornar com sucesso a uma vida civil produtiva.
(MONZELI, 2021.)
Diante do exposto, sobre a prática da terapia ocupacional durante a Primeira Guerra Mundial, assinale a afirmativa correta.
A profissão foi incorporada às estratégias da guerra, liderada por médicos, tendo como objetivo favorecer a rápida reincorporação dos soldados à base militar e, quando não era possível o retorno à guerra, possibilitar o seu retorno para casa.
A terapia ocupacional buscou definir um campo de prática entre as demandas oriundas do processo de adoecimento agudo, que era até então domínio de médicos e enfermeiros, e o retorno à autossuficiência econômica, que era responsabilidade dos denominados educadores vocacionais.
A profissão criou o “movimento de reconstrução”, que se fez presente em diferentes países como Estados Unidos da América; Canadá; Inglaterra; e, Brasil. Parte desse movimento levou mulheres civis aos hospitais nas linhas de combate e nas bases militares para atender aos soldados feridos na guerra.
A terapia ocupacional realizou um grande investimento na formação de profissionais, contribuindo para o movimento de reconstrução, habilitando a profissão para trabalhar com as necessidades que os soldados feridos tinham em relação à educação; à saúde; à reabilitação; à capacitação; e, à orientação vocacional.