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Shimoguiri & Costa-Rosa (2017) relatam que a constituição da terapia ocupacional (TO) parte de bases históricas, culturais, econômicas, éticas, políticas e conceituais, se definem enquanto profissão nas circunstâncias do retorno à filosofia do tratamento moral, com a primeira técnica registrada em 1917, objetivando:
A disciplina e o isolamento, exigindo uma organização espacial específica, assim como pessoas que cumprissem o papel da vigilância.
A assistência aos doentes mentais, trazendo ao sujeito acometido de alienação mental a melhora das alterações morais e passionais.
Socorrer os indivíduos que careciam de tratamento por causa de alienação mental, com o isolamento em colônias ou em hospícios nacionais.
Dar cientificidade e retirar a loucura do campo da religião e da metafísica, propondo, assim, a possibilidade de um tratamento com fundamento no avanço da ciência.
A ocupação de pacientes institucionalizados, tanto da área mental quanto na área física com o propósito de promover o seu retorno à sociedade e, ainda, suprir os custos das internações, com a produção e a comercialização de produtos artesanais e agrícolas.