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Durante a prescrição de adaptações para as AVDs em pacientes pós-AVE, o contexto e o ambiente de tratamento devem ser levados em consideração, bem como a fase em que o paciente se encontra (fase aguda, subaguda ou crónica).
(Cruz, 2012, p. 106.)
O terapeuta ocupacional, ao prescrever uma adaptação para pacientes pós-Acidente Vascular Encefálico, deve tomar o seguinte cuidado:
O uso do membro afetado deverá ser estimulado, de forma a potencializar seu uso funcional.
Para cortar alimentos deverá ser indicada uma tábua comum para que seja estimulado o membro afetado.
A indicação de dispositivos, nos casos crônicos, deverá realizada, exclusivamente, no atendimento ambulatorial.
Para o treino da escrita deverá ser estimulado o uso do membro comprometido como principal executor do movimento.