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Leia a situação hipotética a seguir.
Um paciente foi diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada, em tratamento medicamentoso com benzodiazepínicos. Esse paciente apresenta dificuldades em manter o desempenho ocupacional devido aos efeitos colaterais do medicamento como sedação e prejuízo cognitivo, além de sinais de comprometimento em atividades de vida diária, trabalho e interação social.
O terapeuta ocupacional, ao planejar a intervenção, deve priorizar estratégias que
focalizem práticas de mindfulness e reestruturação cognitiva, alinhadas à sedação induzida pelo benzodiazepínico, com menor atenção às atividades que demandem esforço físico ou mental do paciente.
desenvolvam intervenções centradas em habilidades sociais e interações grupais, pois estas abordagens reduzem os sintomas de ansiedade e minimizam o impacto cognitivo do tratamento farmacológico.
utilizem, predominantemente, métodos psicodinâmicos para gerenciarem os aspectos emocionais da ansiedade, desconsiderando as repercussões funcionais e ocupacionais do transtorno no cotidiano do paciente.
reavaliem, periodicamente, o plano de tratamento, considerando efeitos colaterais comuns dos benzodiazepínicos como prejuízos na memória e sedação, para fortalecimento da funcionalidade ocupacional e o desenvolvimento de autonomia em atividades de vida diária.
direcionem as intervenções para práticas de regulação emocional, descartando atividades que possam intensificar a ansiedade, como aquelas que envolvam estímulos cognitivos ou sociais.


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