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Em relação ao diagnóstico por imagem, clínica médica e cirúrgica das afecções do sistema musculoesquelético de equídeos é correto afirmar:
O exame ultrassonográfico é uma das ferramentas mais utilizadas para o diagnóstico de tenossinovite séptica, integridade tendínea e confirmação da comunicação entre fistula e estrutura sinovial. Após as primeiras 24 horas de apresentação dos sinais clínicos, pode ser observado efusão sinovial e espessamento da bainha. Alguns cavalos podem apresentar celulite e espessamento da pele associado com as tenossinovites sépticas, dificultando a avaliação ultrassonográfica.
Equinos acometidos por doença degenerativa do ligamento suspensório apresentam uma resposta de reparo cicatricial anormal. Enquanto o ligamento sofre degeneração, feixes de colágeno se ligam por fibroses formando novos feixes.
A tendinite é um processo infeccioso que pode acometer principalmente os tendões flexores e suas bainhas sinoviais dos membros anteriores dos cavalos de corrida, ou dos membros posteriores dos cavalos de sela e tração.
As imagens radiográficas contrastadas não demonstram alterações conclusivas para o diagnóstico de infecções das bainhas tendíneas, porém, tenossinovites sépticas avançadas podem desenvolver osteomielite (infecção óssea) concomitante do osso circundante, podendo ser visualizada e confirmada.
A Laminite é um quadro infeccioso/inflamatório que causa aquecimento do casco, locomoção vagarosa e suadores. Em casos mais agressivos a doença pode levar o osso a penetrar o pé do anima e até a separação da parede do casco.