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O pós-operatório imediato ou mesmo mediato de diversas condições podem ser marcados de complicações com risco iminente de óbito do animal merecendo internamento em UTI para monitoração e diversas condutas de modo que:
Os cães submetidos a adrenalectomia devido a feocromocitoma precisam ser intensamente monitorados no pós-operatório em UTI por conta do risco de desenvolvimento agudo de colapso cardiovascular e ou mesmo tromboembolismo pulmonar.
Os gatos submetidos à exérese de tireoide devem ser monitorados à beira do leito em UTI quanto às desordens do cálcio, sódio e potássio decorrentes da manipulação ou remoção das glândulas paratireoides.
Os fármacos bloqueadores alfadrenérgicos como a prazosina e betabloqueadores como o atenolol são contraindicados em cães com feocromocitoma na UTI.
O paciente crítico canino, jovem, que apresenta anorexia a mais de três dias, com perda de mais de 10% de seu peso corporal e está em pós-operatório mediato na UTI devido à cirurgia do trato gastrintestinal necessita de início de suporte nutricional com base no requerimento energético de manutenção para o cálculo de suas necessidades calóricas diárias.
O paciente canino jovem, hígido e que foi submetido à uma cirurgia de osteotomia pélvica pela manhã poderá ter alta da UTI no final do dia sem necessidade de cuidados intensivos por se tratar de procedimento eletivo rotineiro.