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De acordo com QUINN et al., o trato intestinal é, no sistema digestivo, a porção altamente responsável pela digestão de alimentos e pela absorção de nutrientes, água e eletrólitos. O trato intestinal é bacteriologicamente estéril até o nascimento. Em questão de horas, o trato é colonizado por uma variedade de bactérias, inclusive por espécies de Lactobacillus, Escherichia coli e anaeróbios estritos, como espécies de Clostridium e Fusobacterium necrophorum. A parte anterior do intestino delgado tende a reter a acidez derivada da secreção de ácido gástrico, e essas populações bacterianas geralmente se estabelecem na porção terminal do intestino delgado e no intestino grosso, onde persistem por toda a vida do hospedeiro. Em relação à microbiota residente do rúmen, do ceco e do cólon nos ruminantes, assinalar a alternativa CORRETA:
Os animais não são suscetíveis a infecções por microrganismos patogênicos durante o período neonatal, antes de a microbiota residente tornar-se totalmente estabelecida.
Os fatores que contribuem para mudanças na microbiota normal não incluem a terapia com drogas antimicrobianas ou nas práticas de manejo.
É responsável pela degradação de celulose e pelos processos metabólicos envolvendo outros carboidratos e compostos nitrogenados.
É responsável pela entrada de partículas no ar inspirado que ficam presas à camada de muco sobre o epitélio de revestimento devido à turbulência produzida pelos ossos turbinados do ceco.