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Roedores e lagomorfos são anestesiados em grandes quantidades em laboratórios de pesquisa, sendo importante, para anestesiar essas espécies com segurança e eficácia, bem como para gerenciar seus cuidados perioperatórios, familiarizar-se com seu comportamento normal, anatomia e fisiologia. A respeito dessas particularidades, identifique a opção correta.
Jejum alimentar de coelhos e porquinhos-da-índia deve ser evitado, uma vez que pode resultar em distúrbios gastrointestinais que podem ter consequências graves, como alterações na flora intestinal, íleo paralítico e produção de enterotoxemia.
O alto volume corrente de roedores muitas vezes requer o uso de ventiladores projetados para esse fim específico, embora os projetos de "oclusor em T" possam funcionar bem. Em espécies maiores, como coelhos, ventiladores e circuitos respiratórios usados em gatos podem ser utilizados com sucesso.
A taxa metabólica da maioria das espécies varia com a massa corporal aumentada à potência de dois terços. Pequenos mamíferos têm um baixo índice metabólico, resultando em uma necessidade de dose relativamente alta de muitos dos agentes comumente usados em anestesia e analgesia.
O manejo da dor pós-cirúrgica, junto com outros cuidados de suporte é essencial para que a recuperação da cirurgia seja rápida e isso exige avaliação precisa do grau de dor que está presente a fim de determinar a eficácia da terapia analgésica. Os parâmetros mais fidedignos para a avaliação do grau de dor nessas espécies são a frequência cardíaca e a pressão arterial.