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A análise dos acidentes por animais potencialmente transmissores da raiva possibilita a avaliação e o aprimoramento dos serviços de assistência e de vigilância epidemiológica. A Nota Técnica Nº 8/2022-CGZV/DEIDT/SVS/MS informa sobre atualizações no Protocolo de Profilaxia pré, pós e reexposição da raiva humana no Brasil. Sobre as condutas de profilaxia da raiva humana, assinale a alternativa correta.
O esquema de profilaxia antirrábica humana pós-exposição é realizado com a administração de cinco doses de vacina antirrábica.
Se o cão ou gato agressor não apresenta sinais sugestivos de raiva, indica-se a observação do animal por 10 dias e não inicia a profilaxia pós-exposição.
Nos casos de agressões por morcegos, o acidente é classificado como leve.
O soro antirrábico pode ser administrado até a última dose de vacina da raiva humana.