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Um cão adulto não vacinado é levado à clínica veterinária apresentando febre, icterícia, letargia e hemorragias puntiformes nas mucosas. O tutor relata que o animal teve acesso a áreas alagadas recentemente. Após avaliação clínica e exames laboratoriais, o veterinário suspeita de leptospirose, uma zoonose de alta prevalência em regiões tropicais. Qual é a conduta mais adequada neste caso para tratar o animal e prevenir a transmissão da doença?
Administrar soro fisiológico apenas para controle da desidratação e liberar o animal para acompanhamento domiciliar.
Tratar apenas os sinais clínicos apresentados, sem necessidade de diagnóstico laboratorial, pois a leptospirose não apresenta risco zoonótico significativo.
Iniciar o tratamento com medicamentos antivirais e evitar o uso de antibióticos devido à possível resistência bacteriana.
Optar por medidas paliativas, pois as lesões hepáticas e renais associadas à leptospirose são irreversíveis.
Confirmar o diagnóstico clínico com exames sorológicos e iniciar o tratamento com antibióticos específicos associando medidas de suporte intensivo.