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Com o avanço da resistência antimicrobiana, pesquisadores estão explorando o uso de bacteriófagos como uma alternativa terapêutica no tratamento de infecções bacterianas em animais. Um estudo recente demonstrou a eficácia de um coquetel de fagos no tratamento de mastite bovina causada por Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA). Diante dos resultados promissores do estudo, qual das seguintes afirmações é mais precisa sobre o uso de bacteriófagos na Medicina Veterinária?
Bacteriófagos são uma opção de tratamento mais cara e menos eficaz do que os antibióticos tradicionais, portanto, seu uso é desaconselhado.
O uso de bacteriófagos é limitado pela dificuldade em encontrar fagos específicos para cada tipo de bactéria patogênica.
Bacteriófagos podem ser uma alternativa viável aos antibióticos, pois são capazes de se replicar e atuar especificamente contra bactérias patogênicas sem afetar a microbiota benéfica.
A terapia com fagos é proibida em muitos países devido ao potencial de transferência horizontal de genes de resistência entre bactérias.
Os bacteriófagos são eficazes apenas contra infecções causadas exclusivamente por bactérias Gram-positivas, como o Staphylococcus aureus.