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O Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa tem como objetivo criar e manter condições sustentáveis para garantir ao Brasil o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira. O plano foi delineado para ser executado em um período de 10 anos, que se iniciou em 2017 e encerrará em 2026. O Plano está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial para a Saúde Animal, e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa, integrando esforços que convergem para a erradicação da doença no continente americano.
Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/programas-de-saude-animal/febre-aftosa/PlanoEstratgicoPNEFA2022.pdf . Acesso em: 7 jun. 2023 (adaptado).
Considerando o processo de retirada da vacinação de febre aftosa no Brasil, avalie as afirmações a seguir.
I. A retirada da vacinação para febre aftosa traz retornos financeiros imediatos e diretos ao produtor rural, uma vez que o dispensa de arcar com custos de aplicação e compra das vacinas para seu plantel.
II. O reconhecimento de uma área como zona livre sem vacinação independe da manutenção da vacinação da febre aftosa na população bovina local; nesse sentido, a venda da vacina continua sendo realizada e o produtor pode optar, junto ao serviço oficial, por continuar ou não com a vacinação.
III. Com o processo de retirada da vacinação, faz-se necessário que produtores rurais e médicos veterinários ampliem seus esforços em notificar as suspeitas de doença vesicular nos plantéis, desempenhando o papel de vigilância passiva e mitigando prejuízos econômicos em possíveis casos de febre aftosa.
É correto o que se afirma em
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.