A alimentação dos rebanhos no semiárido brasileiro depende...
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A alimentação dos rebanhos no semiárido brasileiro depende...

A alimentação dos rebanhos no semiárido brasileiro depende do planejamento e do uso de diversas fontes nutricionais para fornecer energia, proteína e fibra, especialmente durante períodos de estiagem prolongada. O conhecimento mínimo das principais plantas nativas e exóticas introduzidas na região é fator decisivo para o sucesso do empreendimento rural.


Com base nas características das culturas forrageiras e alternativas nutricionais para o rebanho no semiárido, assinale a alternativa correta.


A

A maniçoba (Manihot pseudoglaziovii) é uma planta nativa, muito resistente à seca, sendo mais bem aproveitada pelos animais, se fornecida fresca, logo após o corte.


B

A vagem da algaroba (Prosopis juliflora), embora rica em proteína, possui baixa palatabilidade para caprinos e ovinos, o que exige o uso de melaço para estimular o consumo pelo rebanho.


C

O capim-buffel (Cenchrus ciliaris L.) é uma leguminosa originária das regiões temperadas, mas altamente adaptado ao semiárido, exigindo desmatamento da caatinga para sua implantação em qualquer tipo de exploração.


D

A palma forrageira é um alimento completo para ruminantes, especialmente nas zonas áridas e semiáridas, pois não exige complementação com volumoso (como palhadas ou fenos), tendo em vista seu alto teor de matéria seca.


E

O feijão-guandú, andú ou anduzeiro (Cajanus cajan) é uma leguminosa, popular no semiárido, que se destaca tanto como alternativa proteica para o rebanho, seja para pastejo seja para fenação. Estima-se que as variedades existentes produzam entre 14% e 22% de proteína bruta.