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A doença de Cushing ou disfunção da Pars intermédia da pituitária é a principal doença metabólica em cavalos idosos. Sobre essa doença, assinale a alternativa correta.
A laminite crônica está presente em 30% dos casos e está relacionada com o aumento dos corticoides endógenos.
A dopamina tem importante papel na doença, e cavalos com essa disfunção apresentam alterações nos receptores dopaminérgicos, reduzindo a inibição dopaminérgica na produção do ACTH.
A hiperglicemia é um achado frequente nos exames laboratoriais, e altos níveis de glicose circulante é indicativo de que o cavalo tenha essa doença.
Laminite, hipertricose e depósito localizado de gordura são sinais clínicos da doença e estão associados com a síndrome metabólica equina, a qual ocorre em comorbidade com a doença de Cushing.
No teste da supressão por dexametasona, cavalos com doença de Cushing não terão alteração nos níveis de cortisol.
Em relação à clínica médica das afecções do aparelho digestório de suínos, é correto afirmar:
A úlcera gástrica em suínos é causada apenas por fatores de manejo que contribuem de alguma forma para uma condição de estresse social aos animais, tais como o tipo e a frequência do arraçoamento, superlotação, enfermidades, contaminação ambiental com poeira ou amônia, entre outros.
A doença do edema é uma toxi-infecção causada por uma toxina, produzida por certas cepas de Salmonella, que age nas paredes de vasos sanguíneos caracterizada pela ocorrência de sinais de disfunção neurológica, mortes súbitas e desenvolvimento de edemas.
Na síndrome da disenteria suína, o suíno é o reservatório natural desta bactéria e a única espécie sensível à infecção, apesar do isolamento desta em aves, cães e roedores, considerados reservatórios secundários e disseminadores da infecção.
Em rebanhos de suínos que apresentam síndrome da dilatação intestinal é raro a ocorrência de morte súbita, pois a doença tem um caráter evolutivo bastante lento.
A primeira alteração observada na enteropatia proliferativa é a redução do tamanho da mucosa intestinal com progressiva substituição de enterócitos maduros e colunares das vilosidades, por células pouco diferenciadas do epitélio das criptas intestinais.
Uma grande variedade de processos pode dar origem a problemas renais nos cães e nos gatos. À medida que a função renal diminui, a capacidade do organismo de equilibrar os fluidos e os eletrólitos fica comprometida. Os sinais clínicos e o reconhecimento da diminuição da função renal só se tornam evidentes quando mais de dois terços da função renal está comprometida. Frente a tais alterações, o débito urinário deve ser monitorado, pois sua redução pode proporcionar graves alterações eletrolíticas e acidobásicas. Frente a isso, é CORRETO afirmar:
Cães com oligúria ou anúria devido a um quadro de insuficiência renal podem ser medicados com insulina e glicose para corrigir distúrbios eletrolíticos.
Hipocalemia é um importante distúrbio eletrolítico associado com anúria.
Dopamina em altas doses (> 5 μg/kg/mim) pode causar vasodilatação renal e taquicardia.
Gluconato de cálcio a 10% auxilia na translocação do potássio em casos de hipocalemia.
Alcalose metabólica é a principal alteração ácido-básica em animais urêmicos.
Em um cão de 10 meses de idade que apresenta regurgitação, emagrecimento, tosse e ao exame radiográfico contrastado da região do toráx foi evidenciada dilatação generalizada do esôfago, estamos diante de um caso de
fraqueza esofágica congênita.
neoplasia esofágica.
megaesôfago por obstrução do arco aórtico.
espirocercose.
corpo estranho.
Para o diagnóstico de esporotricose de um felino suspeito, deve-se coletar, para ser encaminhado ao laboratório, o seguinte material:
punção de medula óssea
secreção coletada por swab
sangue venoso com anticoagulante
sangue venoso sem anticoagulante