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hemogramas e leucogramas seriados a cada 12 horas.
mensuração de ureia e creatinina a cada quatro horas.
constante avaliação do local da picada e evolução da lesão.
testes de coagulação sanguínea a cada seis horas.
No Brasil, a leishmaniose visceral (LV) é uma doença endêmica. No entanto, têm sido registrados surtos frequentes, cuja ocorrência inicialmente, estava limitada a áreas rurais e a pequenas localidades urbanas, mas se encontra agora em franca expansão para grandes centros. A LV está distribuída em 21 Unidades da Federação, atingindo as cinco regiões brasileiras. Por esta razão, nota-se que ela apresenta aspectos geográficos, climáticos e sociais diferenciados. Os dados dos últimos 10 anos revelam a periurbanização e a urbanização da LV, destacando-se os surtos ocorridos no Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Araçatuba (SP), Santarém (PA), Corumbá (MS), Teresina (PI), Natal (RN), São Luís (MA), Fortaleza (CE), Camaçari (BA) e as epidemias ocorridas nos municípios de Três Lagoas (MS), Campo Grande (MS) e Palmas (TO).
Na área urbana, o cão (Canis familiaris) é a principal fonte de infecção. A enzootia canina tem precedido a ocorrência de casos humanos e a infecção em cães tem sido mais prevalente que no homem. O monitoramento é feito mediante inquérito sorológico, cujo objetivo é o controle com base na identificação de cães infectados. Com relação a esse tema, é correto afirmar que o inquérito sorológico baseia-se:
em duas técnicas diagnósticas sorológicas sequenciais para avaliação da prevalência e identificação dos cães infectados sendo recomendados o teste imunocromatográfico rápido (TR) e o ELISA
na suspeita clínica de cão, que delimita a área para investigação de foco; define-se como área para investigação aquela que deve ser circunscrita a um raio de no mínimo 200 cães a serem examinados, desde o primeiro caso (suspeito ou confirmado)
na eutanásia dos cães, quando apresentarem no teste imunocromatográfico rápido (TR) resultado positivo e no ELISA resultado negativo, conforme recomendado no Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses: Normas Técnicas e Operacionais - 2016
no teste imunocromatográfico rápido (TR) que só poderá ser feito no campo, de preferência pela esfera municipal, enquanto o ELISA deverá ser realizado em Lacen ou em laboratórios e centros de controle de zoonoses (CCZ) municipais, de acordo com a pactuação local
O botulismo pode ocasionar uma doença neuromuscular sendo causado pela toxina da bactéria Clostridium botulinum. Clinicamente pode desencadear um quadro de tetraplegia flácida de rápida evolução em cães. No Brasil, no diagnóstico diferencial do botulismo, uma importante causa de tetraplegia flácida é:
Tétano.
Mielopatia degenerativa.
Meningoencefalite granulomatosa.
Embolismo fibrocartilaginoso.
Polirradiculoneurite aguda idiopática.
Um filhote sem raça definida, pesando 5 quilos, está internado devido a um quadro de gastroenterite por parvovirose. Ele está recebendo suplementação de potássio no fluido de manutenção numa concentração de 20 mEq/L. O volume máximo (em mililitros) que esse animal pode receber por hora é:
90 ml
125 ml
25 ml
250 ml
5 ml
Atualmente, o termo Doença Renal Crônica (DRC) é utilizado para definir a presença de lesão renal persistente pelo período mínimo de três meses, caracterizada pela perda definitiva e irreversível de massa funcional e/ou estrutural de um ou de ambos os rins, e pode-se observar redução da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) de até 50% em relação ao seu normal. Quanto ao tratamento da Doença Renal Crônica, é CORRETO afirmar:
Calcitriol é utilizado no tratamento da hipocalcemia, mas pode induzir hipercalcemia em alguns pacientes.
O uso de esteroides anabolizantes é a principal terapia para a anemia associada à Doença Renal Crônica.
Quelantes de fósforo, como o hidróxido de alumínio, podem substituir a terapia dietética.
Potássio pode ser suplementado oralmente principalmente na forma de cloreto.
O uso da eritropoietina é contraindicado na espécie canina.