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Fêmeas bovinas leiteiras, pluríparas e cruzadas foram submetidas a um protocolo de sincronização de estro. Para tanto, foram utilizados dispositivos intravaginais impregnados com progesterona. Todas haviam mostrado sinais de estro nos últimos 15 dias, sendo o dispositivo aplicado no dia zero (D0) e removido no dia oito (D8). No D0, as fêmeas também foram estimuladas com um análogo do estradiol injetável; no D8 receberam uma injeção de um análogo da PGF2-α e no D9 outra injeção do análogo do estradiol. Do ponto de vista fisiológico, essa última substância tem como objetivo
inibir os folículos selecionados no D0 e auxiliar a PGF2-α na luteólise no D9.
favorecer a liberação de PGF2-α no D0 e favorecer a liberação de LH no D9.
favorecer a regressão dos folículos selecionados no D0 e favorecer os sinais de estro no D9.
estimular a produção de PGF2-α pelo endométrio para induzir a luteólise nos dias zero e nove.
favorecer a regressão dos folículos selecionados no D9 e favorecer os sinais de estro no D0.