A partir da leitura dos textos motivadores e com base em...
A partir da leitura dos textos motivadores e com base em seus conhecimentos, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal na língua portuguesa oficial do Brasil, com base no tema “A relevância dos museus para a nossa contínua construção social”.
Texto 1 - Aprovada nova definição de museu
(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está disponível em https://www.gov.br/museudoindio/pt-br/assuntos/noticias/2022/2022-noticias-durante-o-periodo-de-defeso-eleitoral/aprovada-nova-definicao-de-museu#:~text=Um%20museu%20%C3%A9%20uma%20institui%C3%A7%C3%A3o,a%20diversidade%20e%20a%20sustentabilidade).
“Um museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade, que pesquisa, coleciona, conserva, interpreta e expõe patrimônio material e imaterial. Abertos ao público, acessíveis e inclusivos, os museus promovem a diversidade e a sustentabilidade. Atuam e se comunicam de forma ética, profissional e com a participação das comunidades, oferecendo experiências variadas de educação, entretenimento, reflexão e compartilhamento de conhecimento”.
Texto 2- Desconhecimento e falta de hábito explicam baixa procura por museus
(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está disponível em https://www.terra.com.br/noticias/dino/desconhecimento-e-falta-de-habito-explicam-baixa-procura-por-museus,102cde2508b4a841b9954d719516e454kfoek2i3.html ; 21 jan-24))
“Em uma sociedade complexa como a brasileira, o papel dos museus é fundamental para a valorização do patrimônio cultural como dispositivo estratégico de aprimoramento dos processos democráticos. Para cumprir essa função, esses espaços devem estar a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento.
Apesar do aumento gradual e constante nos últimos anos, o número de visitantes em museus daqui ainda é muito baixo em relação a outros países. E são várias as explicações para a baixa procura. Segundo Nelson Colás, diretor de Relações Institucionais da Feambra (Federação de Amigos de Museus do Brasil), uma das causas é a falta de hábito do brasileiro em frequentar esses locais. "Por sermos um país jovem, com uma grande miscigenação ética e educação patrimonial ainda tão precária, também existem aqueles que acham que só o que é novo é bom e interessante", diz Colás.
A falta de conhecimento e reconhecimento com o que está sendo exposto em instituições culturais também justificam esse distanciamento.(...)”
Texto 3- Museus brasileiros investem em tecnologias digitais e apontam para o futuro
(Texto adaptado especificamente para este concurso. Texto original está disponível em https://www.fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/museus-brasileiros-investem-em-tecnologias-digitais-e-apontam-para-o-futuro/ acesso em 23 jan-24)
“Em diversas cidades do país, há museus que, por meio de seus acervos e exposições, dialogam com o mundo que está por vir usando tecnologias digitais
Quando pensamos em museu, a primeira imagem que nos vem à mente é, muitas vezes, a de um lugar que preserva o passado com enfoque em relíquias e materiais analógicos evidenciando espaços que nos auxiliam a entender como chegamos até o presente. No entanto, hoje em dia, os museus oferecem uma rica experiência com tecnologias digitais, nos apresentando também como o futuro pode ser.
No Brasil, não é diferente. Em diversas cidades do país, há museus que, munidos de seus acervos e exposições, dialogam com o mundo que está por vir. Um dos exemplos é o Museu do Amanhã.
tecnologias digitais. Instalado no Píer Mauá, no centro do Rio de Janeiro (RJ), o espaço busca aliar a tecnologia digital à maioria das exposições “de forma funcional e não meramente ilustrativa”, de acordo com Bruna Baffa, diretora geral do Museu em foco. Interessa salientar que são utilizados vídeos, jogos, sons, instalações e estruturas interativas para ampliar a conexão do visitante com os temas abordados, enriquecendo sua experiência e provocando reflexões.
“Usamos a tecnologia como uma forma de conexão com o nosso público, que nos possibilita estreitar laços e sugerir reflexões sobre os futuros que desejamos”, afirma Baffa. “Nosso objetivo é propor um amanhã mais sustentável e social, usando tecnologias tradicionais e exponenciais com uma abordagem transversal.”
A exemplo da exposição Amazônia, de Sebastião Salgado, que, para além das fotografias, utiliza vídeos e trilha sonora ambiente com a finalidade de reforçar a experiência do público, transportando-o sensorialmente para a região retratada. É uma forma do visitante se sentir parte da floresta a partir da ambientação. “Somos um museu de ciências orientado pela ideia central de que o amanhã é uma construção e de que essa construção começa hoje. Jogamos luz no passado para entender o presente e estamos sempre propondo atividades que incentivem reflexões sobre os amanhãs possíveis, apontando caminhos compatíveis com a sustentabilidade e a convivência”, define a diretora.
Para atingir esses objetivos, o uso de tecnologias digitais é muito importante. “Através da realização de oficinas, seminários, projetos educativos e artísticos, queremos ser um espaço de cocriação desses futuros desejados, onde a gente possa plantar a semente desses amanhãs.” Por fim, o Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA), dedicado à inovação e à experimentação, atua por meio de conexões transdisciplinares de arte, ciência e tecnologia e ilustra o compromisso do Museu com as tecnologias digitais. (...)” explica Baffa.
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