TEXTO I O ciclo do mosquito é assim: a fêmea pica uma...
TEXTO I
O ciclo do mosquito é assim: a fêmea pica uma pessoa, alimenta-se do sangue para produzir os ovos, mas em vez de colocar todos no mesmo lugar, ela distribui em torno de 100 ovinhos, em reservatórios diferentes. Divide, por exemplo, um pouco em pneus, pratinhos de plantas, tampas de lixo... objetos que acumulam água.
Os ovos do Aedes aegypti ficam nesses reservatórios, em média, um ano, esperando chuva, por exemplo, para começar o seu ciclo. Quando ela chega, liberam larvas, que precisam da água para viver e aí viram pupa e depois transformam-se no mosquito.
"É uma estratégia evolutiva que ela desenvolveu para poder ficar na natureza, que, às vezes, a gente elimina 1,2,3 e tem outro ainda para ela continuar no local", explica Fabiano.
"Se a gente acha larva em um recipiente, tem que procurar em outros? Ela pode colocar em vários outros lugares?", questiona Márcia.
"Sim, é um sinal que vários outros reservatórios próximos podem também conter larvas", responde Fabiano.
Por isso, é importante um pente fino em casa toda semana. "Mas, se acontecer de eu viajar e ficar uma semana, ou até 15 dias sem limpar?", pergunta Érika.
"O prazo que a gente coloca de limite são 7 dias, porque o ciclo de desenvolvimento do mosquito é em torno de 8 dias. Então, quando a gente coloca 7 dias é porque aí você interrompe o ciclo de desenvolvimento do mosquito e não o deixa atingir a fase adulta", esclarece o pesquisador da Fiocruz.
Para quem tiver mesmo que ficar longe por muito tempo, a dica do pesquisador é prevenir-se: recolher todos os objetos que possam acumular água e se tornar criadouros. Vale também pedir uma ajudinha a um amigo ou parente que possa fazer a vistoria na casa.

TEXTO II
Vacina contra dengue no SUS: saiba quem pode tomar a Qdenga e quando começa a campanha no Brasil
A Qdenga (TAK-003) é um imunizante contra a dengue desenvolvido pelo laboratório japonês Takeda Pharma. O registro do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março deste ano.
A vacina contém vírus vivos atenuados da dengue. Por isso, ela induz respostas imunológicas contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.
De acordo com a Anvisa, a Qdenga é indicada para pessoas de 4 a 60 anos. Não foram feitos estudos para avaliar a eficácia da vacina em pessoas com mais de 60 anos.
Além disso, podem vacinar-se com a Qdenga tanto quem já teve dengue, quanto quem nunca foi infectado. Essa é a primeira vacina liberada no País para pessoas que nunca entraram em contato com o vírus da dengue.
TEXTO III

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