Tema:EDUCAÇÃO COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO HUMANO...
Tema:
EDUCAÇÃO COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
Coletânea
Texto 1
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 20 mar. 2024.
Texto 2
A palavra “educação” tem origem no latim “educare”, que significa: conduzir de dentro para fora. Esse termo explica bastante o que é a educação de fato, uma atividade que tem como principal objetivo fazer com que os indivíduos alcancem seu potencial. Isso vem a partir do aprendizado de informações, técnicas e habilidades, mas também do aperfeiçoamento de algumas já existentes. Mas o que de fato a educação pode mudar na vida de uma pessoa?
Luiz Rohden é decano da Escola de Humanidades e comenta como isso é uma parte essencial no desenvolvimento dos seres humanos: “A educação é fundamental para mudar a vida de uma pessoa. Se eu penso em Sócrates, por exemplo, ele dizia o seguinte: ‘Se a gente quer transformar a sociedade, se a gente quer transformar a realidade, nós precisamos nos conhecer’, então o conhecimento de si mesmo é uma condição fundamental para que a gente possa mudar quem nós somos”. A partir dessa citação, conseguimos entender que a educação é realmente algo que pode transformar a vida das pessoas, ensinando coisas, aperfeiçoando habilidades e até dando luz para novas perspectivas.
Mas educação não é só sobre aprender, também é sobre ações.
Disponível em: <https://www.unisinos.br/noticias/como-a-educacao-impacta-na-transformacao-do-ser-humano/> . Acesso em: 20 mar. 2024.
Texto 3
POR LUARA CALVI ANIC
“A educação não mudou só a minha vida, ela mudou minha família como um todo.” Essa certeza de Tábata Amaral explica a forma como a cientista política e hoje deputada federal (PDT) defende o tema em seu projeto político. Mas a indignação que a fez almejar um posto na Câmara dos Deputados tem origens mais profundas e uma conexão muito forte com a memória de seu pai, morto há sete anos em decorrência da dependência em drogas e álcool. Em sua casa, estão guardados cadernos com textos escritos por ele e, embora nunca os tenha lido detalhadamente, por conta da dor que acompanha esse gesto, ela sabe do que se trata: são registros da insatisfação dele com os problemas da sociedade. “Meu pai era muito sensível à desigualdade, às injustiças do mundo. Eu pareço demais com ele nisso”, diz emocionada.
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/trip-transformadores/tabata-amaral-a-luta-da-atual-deputada-para-tornar-a-educacao-uma-prioridade-no-brasil/> . Acesso em: 20 mar. 2024.
Propostas de redação
A - Artigo de opinião
O artigo de opinião é um gênero que assume o caráter argumentativo e tem por finalidade expressar o ponto de vista do autor sobre determinada temática a fim de persuadir seu interlocutor. É comum que esse gênero seja veiculado em mídias de comunicação de massa, como jornais e revistas.
Tendo em vista seu papel de destaque como educador(a) no município, redija um artigo de opinião para um jornal de circulação regional a fim de discutir o tema “Educação como fator de desenvolvimento humano”. Não assine o artigo, tampouco adote nomes fictícios e/ou abreviações.
B – Carta de leitor
O gênero carta de leitor manifesta a opinião do emissor sobre assuntos publicados na mídia, como jornais e revistas, dirigindo-se, comumente, ao(à) autor(a) da matéria veiculada, ou ainda ao(à) representante dessa mídia, por exemplo, o(a) editor(a). A carta de leitor possui caráter argumentativo e tom persuasivo na busca de convencer o seu interlocutor sobre o ponto de vista apresentado.
Imagine que você, após ter lido a matéria sobre a deputada Tábata Amaral, publicada na Revista Trip, decide escrever uma carta de leitor para comentar sobre o tema “Educação como fator de desenvolvimento humano”. Utilize-se dos textos da coletânea como base para delinear sua premissa e defender seu ponto de vista, além do repertório sociocultural adquirido ao longo de sua formação e prática. Não assine a carta, tampouco adote nomes fictícios e/ou abreviações.
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