Questões de Concursos Para INCA - Instituto Nacional de Câncer - BR

 
 
Disciplina
Assunto
Banca
Instituição 1
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
6.532 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Mulher, 52 anos, com dor abdominal, tem uma massa de 3,1cm na adrenal esquerda em exame de tomografia computadorizada (TC). A massa apresenta índice de atenuação de 5 unidades Hounsfield e eliminação do contraste > 60%. Durante a anamnese, negou quaisquer sintomas paroxísticos, tais como sudorese, cefaleia e palpitação. Hipertensão arterial diagnosticada aos 50 anos, em uso de losartana 100mg/dia e hidroclorotiazida 25mg/dia. Exame físico: índice de massa corporal 26kg/m2. Restante do exame normal. Sinais vitais: pressão arterial (PA) = 146 x 94mmHg, frequência cardíaca (FC) = 76bpm, frequência respiratória (FR) = 14irpm. Exames laboratoriais: hemograma normal; glicose = 92mg/dL; sódio = 140mEq/L; potássio = 4,4mEq/L; ureia = 31mg/dL; creatinina = 0,7mg/dL. Em relação a esta paciente, pode-se afirmar que:


A

as características radiológicas da lesão sugerem benignidade


B

não há indicação de investigação para hiperaldosteronismo primário, pois a paciente não apresenta hipocalemia


C

não há indicação de investigação para síndrome de Cushing subclínica, pois a paciente não apresenta estigmas de hipercortisolismo


D

não há indicação de investigação para feocromocitoma, pois a paciente não apresenta quaisquer sintomas de paroxismos

Homem, 30 anos, inicia quadro de fraqueza e dor muscular, acompanhado de ″urina escura″. Relata ter participado de “uma meia maratona” dois dias antes do início dos sintomas. Exame físico: desidratado, hipotenso e taquicárdico. Exames laboratoriais: ureia = 55mg/dL; creatinina = 1,6mg/dL; potássio = 5,5mEq/L; creatinoquinase (CK) = 1.500UI/L; EAS = mioglobinúria. Em relação ao tratamento preventivo da insuficiência renal aguda, pode-se afirmar que a melhor estratégia é:


A

apenas administração de diurético de alça


B

reposição de volume com solução glicosada e cloreto de potássio


C

reposição de volume com solução salina e bicarbonato de sódio


D

apenas reposição de volume com solução salina

Menina, 4 meses, previamente saudável, é trazida à emergência após ter apresentado episodio de crise convulsiva cerca de 20 minutos após adormecer. A convulsão cedeu espontaneamente, mas retornou durante a triagem. Pais negam uso regular de medicamentos, traumas, febre, vômitos ou diarreia, história prévia de convulsões. Carteira de vacinação em dia. A paciente é alimentada com 6 medidas de fórmula própria para a idade diluída conforme instruções. É constipada, por isso a mãe tem oferecido cerca de 2 a 3 mamadeiras de água nos intervalos das mamadas. Não frequenta creche; não teve contato com pessoas doentes. Exame físico: peso = 7kg; irresponsiva; vias aéreas pérvias; normocefálica; sem evidência de traumas; fontanela anterior normotensa; aparelhos cardiovascular, pulmonar, abdominal e geniturinário normais. Glicemia capilar = 146mg/dL. Gasometria venosa e eletrólitos séricos:


Valores

Referências

Na = 122mEq/L

135-145mEq/L

K = 4,0mEq/L

3,5-5,5mEq/L

Cl = 103mEq/L

96-109mEq/L

CO2 = 24mEq/L

18-27mEq/L

Ca = 1,45mmol/L

1,16-1,45mmol/L

pH = 7,38

7,32-7,42

pCO2 = 35mmHg

41-51mmHg

pO2 = 34mmHg

25-40mmHg


A conduta mais adequada para esta criança é administrar:


A

diazepam retal


B

solução salina hipertônica 3%


C

fenitoína venosa


D

ceftriaxone

Pode-se afirmar que o uso prolongado de antibióticos de amplo espectro para a profilaxia secundária de peritonite bacteriana primária está relacionado a risco aumentado de:


A

infecções intestinais por helmintos


B

sangramento intraluminal distal


C

síndrome neuroléptica maligna


D

infecções estafilocócicas graves

Homem, 45 anos, sentiu desconforto precordial em aperto após relação sexual. Na emergência, eletrocardiograma: supradesnívelo de segmento de ST nas derivações DI, aVL e de V1a V6. Terapêutica: trombolítico seguido de cineangiocoronariografia e angioplastia coronariana com colocação de stent em artéria descendente anterior (DA). A medicação que impacta favoravelmente na taxa de mortalidade quando prescrita nas primeiras 24 horas pós-evento agudo é:


A

heparina venosa


B

bloqueador dos receptores β adrenérgicos intravenoso


C

inibidores da enzima conversora da angiotensina


D

amiodarona

Mulher, 57 anos, diabética, obesa, tabagista e portadora de fibrilação atrial crônica (FA), é admitida com dor abdominal, vômitos “em borra de café” e distensão abdominal. Refere parada da eliminação de fezes e elimina flatos com dificuldade. Apresentou dois episódios de lipotimia e palpitação. Na admissão: PA = 80 x 50mmHg; FC = 135bpm com ritmo irregular; abdome distendido; hérnia umbilical redutível; peristalse aumentada; sem peritonismo. Exames laboratoriais: hemoglobina (Hb) = 11,2mg/dL; hematócrito (Ht) = 36%; leucócitos = 27.900/mm3 ; plaquetas = 78.000/mm3 ; glicose = 430mg/dL; ureia 90mg/dL; creatinina = 2,8mg/dL; amilase = 330UI/L; lipase 115UI/L; lactato = 11,5mg/dL; LDH = 765UI/L; TGO: 630UI/L; TGP = 450UI/L; pH = 7,21; pCO = 18mmHg; HCO3 = 12mEq/L. A hipótese diagnóstica mais provável é:


A

cetoacidose diabética


B

pancreatite aguda necro-hemorrágica


C

infarto enteromesentérico


D

hérnia estrangulada

Mulher, 35 anos, em tratamento de síndrome do pânico, é admitida no setor de emergência com quadro de dor torácica e disfagia que se iniciaram durante o jantar. Afastou-se infarto agudo do miocárdio (IAM) e teve alta com medicação analgésica. Três dias depois, retorna ao hospital com os mesmos sintomas, agora, mais intensos. Endoscopia digestiva alta (EDA): ausência de lesões da mucosa. Manometria esofagiana: múltiplas contrações de alta amplitude permeadas com contrações normais. A hipótese diagnóstica mais provável é:


A

acalasia


B

esôfago em quebra nozes


C

espasmo difuso do esôfago


D

neoplasia maligna do esôfago

Mulher, 52 anos, mastectomizada por câncer de mama, apresenta dispneia progressiva aos esforços, há 3 meses. RX de tórax: moderado derrame pleural à esquerda. Análise inicial do líquido pleural: aspecto amarelo citrino; relação LDH pleural/LDH sérica > 0,6; glicose < 60mg/dL. Sobre esta paciente, pode-se afirmar que:


A

derrame pleural metastático e tuberculose pleural são possibilidades diagnósticas


B

avaliação do triglicerídeo do líquido pleural é fundamental para o diagnóstico


C

glicose baixa no líquido pleural confirma o diagnóstico de artrite reumatoide


D

está indicado drenagem tubular fechada

Homem, 65 anos, foi operado de aneurisma de aorta abdominal por via endovascular, sem intercorrências. Na angiotomografia de controle em 1 ano, observou-se falha de selamento na porção proximal da prótese. Pode-se afirmar que este vazamento é classificado como endoleak tipo:


A

IB


B

III


C

II


D

IA

Menino, 2 anos, é levado ao ambulatório com queixa de lacrimejamento frequente, fotofobia e de estar sempre com o olho esquerdo fechado como se ele estivesse com algum corpo estranho. Exame físico: aumento do volume do olho ipsilateral. A hipótese diagnóstica mais provável é:


A

úlcera de córnea


B

conjuntivite infecciosa


C

glaucoma congênito


D

retinoblastoma

Homem, 35 anos, em pós-operatório de esplenectomia. Em seus exames laboratoriais de controle a alteração mais provável a ser observada é:


A

diminuição das imunoglobulinas


B

trombocitopenia


C

leucopenia


D

aumento da properdina

Homem, 82 anos, é levado à consulta por seus filhos por apresentar esquecimentos, confusões de nomes, datas e até de locais onde está. O clínico conversa com a família e diz que o paciente começa a apresentar sinais de demência. Pode-se afirmar que a causa mais frequente de demência no idoso é a doença:


A

carencial


B

cerebrovascular


C

de Parkinson


D

de Alzheimer

Na colecistectomia videolaparoscópica, a obtenção da visão crítica de segurança é condição essencial para evitar a lesão da via biliar comum. Ela consiste na dissecção do triângulo de Calot, visualizando o ducto cístico e a superfície hepática no início da colecistectomia retrógrada. Entre essas duas estruturas dissecadas, deve se visualizar apenas a artéria cística que, na maior parte das vezes, é ramo da artéria hepática:


A

própria


B

esquerda


C

direita


D

comum

Pode-se afirmar que a detecção de insulinomas pode ser realizada pela cintilografia:


A

para receptores de somatostatina


B

com gálio-67


C

com iodo-123


D

com tálio-201

Homem, 25 anos, lutador é atendido na emergência com uma mordida humana durante uma luta, no dorso da mão dominante. A lesão ocorreu há 4 horas e há intenso sangramento. A conduta mais adequada é:


A

avaliar a integridade do extensor comum dos dedos; conter o sangramento; lavar a lesão com degermantes; cobrir a ferida com curativo fechado


B

lavar a ferida com degermantes e cobrir com pomadas de antibióticos


C

realizar a ligadura do vaso sangrante; lavar a ferida com solução iodada e suturar a lesão


D

suturar a lesão com pontos profundos após lavar com degermantes

Mulher, 25 anos, foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica (CVL), sem intercorrências, com alta em 24 horas. Uma semana depois, procurou a emergência com dor abdominal e febre. Tomografia computadorizada (TC) de abdome: coleção líquida na fossa vesicular. A conduta mais adequada nesse momento é realizar:


A

laparoscopia para drenagem


B

drenagem percutânea da coleção


C

laparotomia para correção do defeito


D

antibioticoterapia venosa e repetir a TC em 6 horas

Pode-se afirmar que oclusões bilaterais da artéria carótida comum podem ocorrer na:


A

doença de Kawasaki


B

doença de Takotsubo


C

arterite de Churg-Strauss


D

arterite de Takayasu

Homem, 48 anos, há 15 dias com quadro de eritema e descamação generalizados associados à hipertermia, calafrios e leucocitose, após tratamento com penicilina. Pode-se afirmar que o quadro clínico, deste paciente, é sugestivo de:


A

eritema multiforme


B

eritema pigmentar fixo


C

eritrodermia esfoliativa


D

eritema nodoso

Pode-se afirmar, em relação às complicações no pós-operatório, que é fator de risco para infecção de sítio cirúrgico:


A

o uso de cateter vesical


B

operações na parede anterior do abdome


C

a hipotermia durante a operação


D

a necessidade de acesso venoso profundo

A hipotermia perioperatória está associada a piores desfechos. O local de monitorização da temperatura que melhor reflete a temperatura central:


A

nasofaringe


B

vesical


C

cutânea


D

retal

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado