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A escolha do modal de transporte de carga pelo gestor deve ser feita levando-se em consideração o tipo de carga, a disponibilidade, a capacitação, a frequência e a consistência do modal, a velocidade do transporte no respectivo modal e os custos dos fretes unitários de cada modal.
Com base nessas informações e com atenção ao contexto brasileiro, é correto afirmar que a escolha pelo modal rodoviário é vantajosa:
nas curtas distâncias, abaixo de 300 km; quando o frete unitário é de menor valor em relação aos demais modais e quando a capilaridade para movimentar e entregar a carga até o destino final é necessária;
nas curtas distâncias, abaixo de 300 km; quando o frete unitário é de elevado valor em relação aos demais modais e quando a capilaridade para movimentar e entregar a carga até o destino final não é necessária;
nas curtas distâncias, acima de 300 km; quando o frete unitário é de menor valor em relação aos demais modais e quando a capilaridade para movimentar e entregar a carga até o destino final é necessária;
nas longas distâncias, acima de 900 km; quando o frete unitário é de elevado valor em relação aos demais modais e quando a capilaridade para movimentar e entregar a carga até o destino final não é necessária;
nas curtas distâncias, acima de 900 km; quando o frete unitário é de elevado valor em relação aos demais modais e quando a capilaridade para movimentar e entregar a carga até o destino final não é necessária.