O grau de maturidade no gerenciamento de processos em uma organização pode ser aferido a partir da aderência às melhores
práticas preconizadas por entidades especializadas. Entre tais entidades, a Society for Design and Process Science considera
que os denominados processos interoperados
A
são também denominados macroprocessos, agregando processos primários e secundários e demandando práticas gerenciais mais avançadas.
B
estão no nível intermediário de maturidade, não gerando cadeias de valor entre instituições e sendo restritos às áreas operacionais da organização.
C
situam-se no nível mais precário de maturidade, carecendo de padronização e apresentando falhas repetitivas na sua execução.
D
correspondem ao mais alto nível de maturidade, onde os processos são executados e geridos além das fronteiras organizacionais.
E
são também denominados subprocessos, correspondentes a uma parte específica de um processo mais amplo, passível de gerenciamento autônomo.