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Realizar o mapeamento das atividades executadas por determinada área de uma organização, o analista responsável solicitou a seus integrantes que lhe informassem o tempo gasto para realizar o registro das solicitações de trabalho àquela área. Não havia, até o momento, um registro consistente e confiável sobre o número de solicitações que eram recebidas por mês nem sobre o tempo consumido para se fazer cada registro. Quando o analista solicitou que se estimasse um tempo médio de realização do registro, a resposta foi que isso dependia muito do tipo da solicitação e do integrante que processava a solicitação. Nesse caso e segundo os critérios do BPM CBOK (Corpo de Conhecimentos e Boas Práticas recomendadas pela Associação dos Profissionais de Gestão de Processos), seria correto:
não considerar essas atividades dentro do mapeamento realizado, uma vez que não se tem segurança sobre sua realização;
não considerar essas atividades dentro do mapeamento realizado, uma vez que as informações solicitadas não são necessárias ao mapeamento das atividades e processos de trabalho:
realizar levantamento abrangendo três meses anteriores ao mapeamento no qual seriam identificados valores médios observados até o momento para o número de solicitações entrantes e para o tempo para registrá-las;
observar e registrar, durante alguns dias, os dados reais sobre o número de solicitações entrantes e o tempo utilizado para registrá-las;
realizar benchmarking (observação de padrões utilizados por outras áreas e/ou organizações) para determinar os tempos de processamento típicos para tais atividades.