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O estudo da liderança é importante para que se entendam seus fenômenos e possam ser aplicados na gestão das organizações. Dentre os diversos modelos existentes, a grade gerencial de Blake e Mouton e a régua dos estilos de liderança permitem afirmar que
a grade gerencial permite inferir que a administração do tipo “gerência de equipes” é realizada com ênfase alta na produção e nas pessoas; enquanto a régua dos estilos tem como polos a liderança orientada para os subordinados ou para o chefe.
a grade gerencial permite inferir que a administração do tipo “autoridade e obediência” é alcançada por meio do equilíbrio entre a necessidade de trabalho e a força da autoridade; enquanto a régua dos estilos tem como polos o uso da autoridade pelo gerente e a autoridade dos subordinados.
a régua dos estilos de liderança enfoca em seus polos a necessidade de flexibilidade da autoridade e a da satisfação pela autonomia dos subordinados; enquanto a grade gerencial trata das variáveis de tarefas e relacionamento e suas dimensões de comando, de participação e de delegação de atividades.
a régua de estilos propõe um eixo existente entre os polos da liderança situacional e da transacional, classificando diferentes estilos de liderança entre esses polos; enquanto a grade gerencial infere que a administração do tipo “autoridade e obediência” é alcançada por meio do equilíbrio entre a necessidade de trabalho e a força da autoridade.
os modelos apontam para mesmas conclusões, a saber: a forma como o líder se comporta é influenciada principalmente por sua formação, valores, experiência e conhecimento e que funcionários motivados requerem pouca liderança, podendo gozar de autonomia.