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Em relação à motivação humana, diversas teorias foram desenvolvidas visando compreender o que estimula ou, até mesmo, determina a direção, a intensidade e a persistência de um comportamento. Em relação à motivação humana e às teorias mais clássicas sobre o assunto, é correto afirmar que
conforme a Teoria da Hierarquia das Necessidades proposta por Abraham Maslow, as necessidades mais elevadas (que se encontram no topo da pirâmide) são as necessidades de estima.
conforme Frederick Herzberg em sua Teoria dos Dois Fatores, a insatisfação no cargo é função do contexto, isto é, de precariedades ou insuficiências relacionadas aos fatores higiênicos, ou seja: ambiente de trabalho, salário, benefícios recebidos, supervisão, colegas e contexto geral que envolve o cargo ocupado.
na Teoria Y de McGregor, os executivos supõem que os trabalhadores (e as pessoas em geral): preferem ser dirigidos; não estão interessados em assumir responsabilidades; desejam, acima de tudo, segurança; e são motivados pelo dinheiro, e pela ameaça de punição. Sendo assim, observa-se que os gestores que concordam com as suposições da Teoria Y procuram estruturar, controlar e supervisionar estritamente os seus empregados.
David McClelland propôs a Teoria das Necessidades na qual elenca a mais importante delas que é a necessidade de realização (NR) que se define por: necessidade elevada para o poder pessoal, sinalizando que os sujeitos querem dirigir e influenciar outras pessoas. Refere-se também a status, prestígio e posição de influência na sociedade.
conforme a Teoria da Hierarquia das Necessidades proposta por Abraham Maslow, as necessidades mais básicas e que estão no primeiro nível da pirâmide são as necessidades de segurança. Tais necessidades têm grande importância no comportamento humano, uma vez que o empregado está sempre em relação de dependência à organização, onde ações administrativas arbitrárias ou decisões incoerentes podem provocar incerteza ou insegurança no empregado quanto à sua permanência no trabalho.