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Flexibilidade, agilidade e adaptabilidade passam a fazer parte das organizações para que estas obtenham vantagem competitiva ao longo de sua existência. No entanto a resistência às mudanças e transformações é um fenômeno que incide sobre gestores e subordinados que desenvolvem sua tarefa há bastante tempo e recusam-se a adotar mudanças, mesmo que elas sejam benéficas, como explica Sanon (2008).
De acordo com Robbins, Judge e Sobral (2010), existem fontes individuais e organizacionais que integram a resistência à mudança. A respeito das fontes individuais, correlacione a Coluna I com as definições delas, apresentadas na Coluna II.
Coluna I | Coluna II |
(1) Fatores econômicos | (A) Para enfrentar obstáculos e conflitos, rotinas são desenvolvidas e dificilmente são mudadas para não se alcançar rendimentos diferentes dos costumeiros. |
(2) Segurança | (B) O indivíduo tem convicção de que a mudança pode não proporcionar o mesmo desempenho conquistado antes, principalmente em suas finanças. |
(3) Processamento seletivo de informações | (C) Mudança traz à tona sensações de incerteza e dúvidas que não são presentes em algo já experimentado. |
(4) Medo do desconhecido | (D) Conhecimentos e ações que representem modificações são ignorados, levando os indivíduos a escutarem apenas o que lhes convém. |
(5) Hábitos | (E) Mudanças trazem, por vezes, um sentimento de receio e incerteza, levando principalmente aqueles inseguros a rejeitar a transformação. |
A correlação correta é:
1-A, 2-B, 3-C, 4-D, 5-E.
1-E, 2-C, 3-D, 4-A, 5-B.
1-D, 2-E, 3-C, 4-B, 5-A.
1-B, 2-E, 3-D, 4-C, 5-A.
1-B, 2-C, 3-D, 4-E, 5-A.