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A gestão baseada em competências – ou simplesmente gestão...

A gestão baseada em competências – ou simplesmente gestão de competências – tem sido apontada como uma tecnologia alternativa dos modelos tradicionalmente utilizados pelas organizações (Brandão e Guimarães, 2001; Santos, 2001). Baseando-se no pressuposto de que o domínio de certos recursos é determinante do desempenho superior de uma organização, a gestão de competências propõe-se a integrar e orientar esforços, sobretudo os relacionados à gestão de pessoas, visando a desenvolver e sustentar competências consideradas fundamentais à consecução de objetivos organizacionais (Prahalad e Hamel, 1990; Durand, 1998). A frequente utilização do termo competência no campo da gestão organizacional fez com que ele adquirisse variadas conotações, sendo, não raras vezes, utilizado de diferentes maneiras, conforme relatam Mclagan (1997), Brandão e Guimarães (2001) e Ruas (2001). Sob esta perspectiva, que parece ter aceitação mais ampla tanto no meio acadêmico quanto no ambiente empresarial, competências representam combinações sinérgicas de conhecimentos, habilidades e atitudes, expressas pelo desempenho profissional, dentro de determinado contexto organizacional (DURAND, 2000; NISEMBAUM, 2000).


(Disponível em: https://www.scielo.br/j/rac/a/ vScX3kvk4YtKQTC3ccT4PRg/?lang=pt#. Adaptado.)


Considerando as competências necessárias para o êxito de uma organização, o fato de que os servidores devem conhecer, saber fazer e ter iniciativa para fazer refere-se a “conhecimentos” a seguinte ação:


A

Preservar o patrimônio da organização.


B

Ser capaz de se adaptar a situações novas.


C

Agir com ética na relação com pessoas no trabalho.


D

Ser capaz de orientar os prestadores de serviços de forma clara e objetiva.


E

Identificar os recursos disponíveis nos equipamentos no trabalho, tais como, smartphones, computadores, datashow etc.