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Informados por BELTRAMMI;CAMARGO (2017) os autores Chioro et al (2021) in Santos e Pinto (2021) afirmam que em tempos de necessária reflexão sobre o futuro dos sistemas públicos e universais de saúde, não é recomendável negligenciar as ideias-força observadas em experiências como a britânica, especialmente aquelas que fazem mais sentido para o contexto brasileiro; algumas dessas ideias seriam:
a centralidade no usuário; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica do mercado; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica reduzida baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.
a centralidade no usuário; a conexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo oportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica das necessidades vigentes; a produção de autonomia para que os indivíduos sejam sujeitos de seu próprio cuidado; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada por necessidades e não pelas induções assimétricas do mercado dentre outras.
a centralidade no mercado; a desconexão viva entre o hospital e a rede de atenção à saúde; o acesso aos cuidados em tempo inoportuno; a formação de capacidades humanas para a saúde na lógica do mercado; a produção de isolamento; a clínica ampliada baseada em evidência para o melhor cuidado; a incorporação tecnológica guiada pelo mercado dentre outras.


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