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A categorização apresentada pela doutrina acerca dos tipos de decisão, classificando-as como “programadas” ou “não programadas”, leva em conta como um dos fatores de diferenciação entre ambas
o tipo de assunto ou problema subjacente, eis que problemas técnicos demandam decisões programadas, baseadas na especialização e inovação do gestor, enquanto as não programadas são destinadas a temas em que impera o senso comum.
a eficiência do gestor, eis que um grande número de decisões não programadas denota falta de comprometimento e laniência na gestão de riscos.
o grau de dificuldade da decisão ou solução a ser adotada, sendo as não programadas destinadas apenas a problemas de baixa complexidade, enquanto as programadas envolvem processos mais sofisticados e destinam-se a questões complexas.
a utilização de soluções já disponíveis no acervo da entidade, aplicável apenas às decisões programadas, sendo que as não programadas demandam soluções individualizadas.
a natureza da solução alcançada, eis que as decisões não programadas oferecem soluções precárias e temporárias, que devem ser substituídas por outras, definitivas, obtidas a partir de um processo programado.