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Durante uma reunião de planejamento estratégico, a diretora de inovação Andrea, ao apresentar sugestões de reformulação em processos operacionais ultrapassados, ouviu de diferentes gestores comentários como “isso já foi tentado antes e não funcionou”, “não temos orçamento para isso”, “nosso foco agora é outro” e “essa ideia não se encaixa na nossa realidade”. Ao fim da apresentação, notou-se um visível desestímulo entre os membros da equipe, mesmo entre aqueles que demonstravam entusiasmo inicial.
Com base nos princípios do pensamento criativo e nos bloqueios mais comuns à inovação nas organizações, é correto afirmar que:
As reações dos gestores indicam uma postura típica de ambientes com alta autonomia criativa, mas baixa capacidade de execução.
O caso exemplifica barreiras culturais recorrentes em organizações que verbalizam apoio à inovação, mas agem de forma a desencorajá-la na prática.
A resistência às ideias apresentadas reflete o excesso de autonomia dos colaboradores, que compromete o alinhamento estratégico.
Os comentários recebidos refletem um ambiente aberto à experimentação, mas ainda em processo de desenvolvimento da cultura inovadora.
O caso representa uma equipe com baixo grau de competência técnica, o que inviabiliza o aproveitamento de ideias criativas.