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A Teoria Estruturalista surgiu como um desdobramento da Teoria da Administração, contra...

A Teoria Estruturalista surgiu como um desdobramento da Teoria da Administração, contrapondo-se às limitações das Teorias Clássica e das Relações Humanas. No final da década de 1950, com a modernização das sociedades e o crescimento das organizações, a Teoria Burocrática de Weber mostrou-se insuficiente para lidar com a complexidade das estruturas organizacionais e suas interações com o ambiente externo. O Estruturalismo, ao incorporar elementos da sociologia e da ciência política, passou a ser a teoria que analisa as organizações a partir desse contexto e, dessa abordagem, constrói a vertente Fenomenológica, para compreender as organizações a partir da interação entre sujeito e objeto, privilegiando a percepção e a experiência como elementos centrais da análise estrutural. Nesse sentido, com base na Abordagem Estruturalista Fenomenológica, assinale a alternativa correta.


A

A Abordagem Estruturalista Fenomenológica parte da premissa de que as estruturas organizacionais são autônomas e independentes das interpretações dos indivíduos, sendo a objetividade um princípio central para a análise organizacional.


B

Diferente da Teoria Burocrática, que enxerga as organizações como sistemas hierarquizados e formais, o Estruturalismo Fenomenológico incorpora a subjetividade, considerando que a estrutura organizacional é moldada pela percepção dos atores organizacionais.


C

A Abordagem Estruturalista Fenomenológica enfatiza que as organizações operam majoritariamente dentro de um contexto normativo e técnico, no qual os aspectos subjetivos não interferem na construção e manutenção das estruturas formais.


D

Inspirada nos princípios weberianos, a Abordagem Estruturalista Fenomenológica entende que a organização deve ser analisada sobretudo por meio de suas regras e procedimentos internos, excluindo fatores simbólicos e interpretativos.


E

A Abordagem Estruturalista Fenomenológica rejeita a influência do ambiente externo na configuração das organizações, uma vez que sua análise se restringe ao funcionamento interno das estruturas organizacionais.