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Em uma repartição pública municipal, a nova gestora do setor de atendimento ao cidadão percebeu que a equipe apresentava alto índice de absenteísmo e baixa motivação. Em resposta, ela passou a realizar reuniões periódicas para ouvir as sugestões dos servidores, delegou tarefas de acordo com as competências individuais e criou um sistema de reconhecimento simbólico para os que se destacavam. Apesar disso, manteve a responsabilidade final pelas decisões estratégicas do setor. Após alguns meses, observou-se melhora significativa no clima organizacional e no desempenho da equipe.
Com base na situação descrita e nas teorias sobre os estilos de liderança, é correto afirmar que a gestora adotou predominantemente o estilo de liderança:
Autocrática, pois centraliza as decisões e impõe diretrizes rígidas para garantir o cumprimento das metas.
Liberal (laissez-faire), pois concede total autonomia à equipe, sem interferir nas decisões ou nas responsabilidades.
Democrática, pois valoriza a participação da equipe nas decisões, incentiva o diálogo e promove o engajamento coletivo, mantendo a autoridade orientadora.
Carismática, pois baseia sua influência na empatia e no vínculo emocional, independentemente da estrutura organizacional.
Situacional, pois muda constantemente de estilo, de acordo com as circunstâncias, sem adotar um padrão predominante de liderança.