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Uma organização de serviços financeiros está desenvolvendo um novo programa de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT). A gestão deseja que o programa vá além das atividades superficiais (como ginástica laboral) e se integre à estrutura e à cultura organizacional. A equipe de QVT propõe as seguintes diretrizes, baseadas em modelos conceituais:
I. basear a avaliação inicial do programa no Modelo de Walton (1973), utilizando prioritariamente indicadores como remuneração justa e adequada e segurança e higiene no trabalho (fatores básicos e extrínsecos), por serem as dimensões mais facilmente quantificáveis;
II. estruturar a QVT de forma estratégica, visando à melhoria do clima organizacional e o aumento da motivação intrínseca, tratando-a como um fim em si mesma, e não apenas como um meio para aumentar a produtividade;
III. implementar ações focadas na dimensão oportunidade de uso e desenvolvimento de capacidades, promovendo o enriquecimento do trabalho e a autonomia funcional, pois a ausência desses fatores é frequentemente associada à Síndrome de Burnout;
IV. adotar o modelo holístico de QVT, que exige a inclusão de dimensões que extrapolam o ambiente físico da empresa, como o apoio ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional e o desenvolvimento pessoal (fora do job description).
Analisando as diretrizes propostas à luz dos modelos conceituais de QVT e sua aplicação estratégica, assinale a alternativa que contém os itens corretamente fundamentados ou que representam uma abordagem moderna e eficaz.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e IV.
Somente os itens I, II e III.
Somente os itens III e IV.