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Com o avanço da exploração do pré-sal sob o regime de partilha de produção, a gestão dos contratos firmados entre a União e as empresas consorciadas tornou-se um desafio estratégico. A complexidade técnica e financeira desses contratos exige uma atuação rigorosa da administração pública, especialmente por meio da PPSA, que representa a União nas decisões e acompanha a execução dos projetos.
Nesse contexto, garantir a eficiência da gestão pública não depende apenas do cumprimento formal dos contratos, mas também da adoção de mecanismos que permitam avaliar, de forma contínua, a eficácia das ações implementadas. A criação e aplicação de indicadores de desempenho torna-se, assim, essencial para assegurar que os objetivos da política energética sejam alcançados com transparência, responsabilidade e retorno social.
Diante disso, qual das alternativas representa um indicador de desempenho adequado para medir a eficácia da gestão dos contratos de partilha?
O tempo médio para aprovar novos projetos de exploração, sem avaliar a viabilidade econômica dos investimentos.
A quantidade de contratos assinados independentemente da atratividade para as empresas do setor.
O número de licitações realizadas por ano, sem considerar o retorno financeiro para a União.
A quantidade de barris de petróleo atribuídos à União como excedente em óleo, comparando com o volume total extraído no campo.


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