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Com a intensificação das transformações no setor energético mundial, uma empresa estatal brasileira que atua na exploração e refino de petróleo decidiu revisar seu Planejamento Estratégico (PE) quinquenal, tendo em vista a necessidade de reposicionar sua atuação frente à transição energética global, ao avanço de tecnologias de baixo carbono e ao compromisso institucional com metas ambientais. Para isso, a organização adotou a Metodologia de Planejamento Estratégico da ESG, buscando estruturar um modelo que integrasse diagnóstico aprofundado, metas realistas de médio prazo e instrumentos de avaliação contínua de desempenho.
De acordo com os fundamentos da Metodologia da ESG, qual deve ser a conduta mais adequada para a elaboração de um Planejamento Estratégico (PE) quinquenal sólido e alinhado às diretrizes estratégicas de Estado e Governo?
O planejamento estratégico de cinco anos deve ser construído a partir de metas operacionais, desconsiderando objetivos superiores e cenários prospectivos mais amplos.
O Planejamento Estratégico quinquenal deve ser elaborado com base em diagnóstico rigoroso, objetivos articulados em diferentes níveis, e mecanismos de realimentação contínua, com horizonte temporal de médio prazo e foco transformador.
O planejamento estratégico de médio prazo é inadequado, pois qualquer previsão superior a um ano compromete a flexibilidade diante das mudanças conjunturais do setor.
O plano estratégico quinquenal deve seguir orientações orçamentárias anuais, limitando-se ao cumprimento formal de metas de curto prazo estabelecidas por decreto.