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Nas discussões contemporâneas sobre governança corporativa, a Teoria da Agência é utilizada para explicar tensões que decorrem da separação entre propriedade e gestão. Embora formulada originalmente para sociedades de capital aberto, essa teoria tem sido reinterpretada no contexto brasileiro. Nesse cenário, determinadas práticas podem favorecer determinados grupos em detrimento de outros, exigindo mecanismos de governança que promovam transparência, equidade e prestação de contas.
Considerando essas características, assinale a opção que apresenta corretamente a configuração típica do conflito de agência no ambiente empresarial brasileiro.
Conflito entre sócios controladores e sócios minoritários, decorrente da possibilidade de uso de recursos corporativos em benefício particular dos controladores.
Tensões entre conselhos de administração e auditorias externas, motivadas por divergências na definição de padrões de divulgação contábil.
Desalinhamento entre executivos profissionais e acionistas dispersos, típico de mercados em que o controle é amplamente pulverizado.
Choques entre gestores operacionais e fornecedores estratégicos, originados de incentivos divergentes quanto à alocação de custos e prazos contratuais.
Divergências entre assembleias gerais e órgãos reguladores, associadas à adoção de padrões internacionais de reporte financeiro.


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