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Entre as teorias clássicas que buscam explicar o fenômeno da motivação, aplicadas no âmbito das instituições públicas е privadas, a Teoria X e a Teoria Y, desenvolvidas por McGregor,
sustentam, respectivamente: que o homem médio não gosta do trabalho e o evita, precisando ser dirigido e controlado (concepção negativa); que o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural para a maioria das pessoas (concepção positiva).
apontam, respectivamente: o caráter de autodeterminação dos indivíduos na assunção de responsabilidades, dispensando controle externo; a importância da fiscalização constante dos colaboradores, dado que a motivação para o trabalho não é algo natural.
classificam as pessoas em dois tipos básicos no que concerne à motivação: as do tipo "X", dotadas de motivação inata; e as do tipo "Y", totalmente refratárias aos estímulos motivacionais.
denotam uma evolução do pensamento do referido psicólogo, que entendia, com base na Teoria X, que os indivíduos são movidos apenas por recompensas financeiras, e passou a sustentar, com a Teoria Y, a importância da autorrealização de fatores como reconhecimento e pertencimento.
são bastante semelhantes no que concerne aos fatores motivacionais, diferindo apenas quanto ao processo que induz à motivação, sendo que a Teoria "X" predica a motivação pela recompensa (reforço positivo), enquanto a Teoria Y medo de punição (reforço negativo).


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