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As teorias da Administração evoluíram de modelos mecanicistas para abordagens contingenciais e sistêmicas, refletindo mudanças econômicas, tecnológicas e sociais. Acerca dos fundamentos das principais correntes teóricas (Clássica, Científica, Burocrática, Relações Humanas, Estruturalista, Sistêmica e Contingencial), é CORRETO afirmar que:
A Teoria Científica, ao enfatizar o estudo do tempo e movimento e a especialização extrema das tarefas, concebe o trabalhador como agente dotado de necessidades psicossociais complexas, priorizando a motivação intrínseca como elemento central da produtividade.
A Teoria das Relações Humanas surgiu como reação à rigidez dos modelos clássicos e introduziu o pressuposto de que fatores sociais e emocionais influenciam o desempenho, porém não chegou a alterar substancialmente a estrutura organizacional, permanecendo focada essencialmente na dimensão comportamental.
A Teoria Burocrática proposta por Max Weber defende que a autoridade carismática constitui o modelo mais eficiente de dominação racional legal, por garantir previsibilidade, estabilidade e padronização nos processos administrativos.
A abordagem sistêmica considera a organização como um conjunto de partes independentes que funcionam de forma isolada, enfatizando que a eficácia resulta da soma dos desempenhos individuais, e não das interações entre os elementos do sistema.


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