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Em uma repartição pública responsável pelo atendimento direto ao cidadão, o servidor lotado no setor administrativo passou a vivenciar uma rotina marcada por grande volume de demandas simultâneas, cumprimento de prazos legais rigorosos e interrupções frequentes ao longo do expediente. Embora registre assiduidade e permaneça durante todo o horário de trabalho, ele percebe que atividades de caráter estratégico, essenciais para o desempenho global do setor, vêm sendo sistematicamente postergadas. Ao refletir sobre sua rotina, constata que a ausência de critérios objetivos para priorização das tarefas e a dificuldade em lidar com interrupções constantes comprometem o uso racional do tempo disponível. Diante desse contexto prático do serviço público, considerando práticas avançadas de gestão do tempo, assinale a alternativa CORRETA.
Distribuir o tempo de forma igual entre todas as tarefas, evitando diferenciação que possa gerar conflitos ou questionamentos internos sobre prioridades adotadas.
Postergar atividades estratégicas para momentos de menor demanda, ainda que envolvam prazos formais e repercussões diretas na eficiência administrativa.
Executar todas as solicitações à medida que surgem, independentemente de relevância administrativa, demonstrando disponibilidade contínua ao setor e à chefia imediata.
Classificar tarefas considerando o impacto institucional e os prazos legais envolvidos, estabelecendo critérios objetivos de prioridade.


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