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Wickham Skinner (2007) argumenta que a manufatura é frequentemente o "elo perdido" na estratégia corporativa, deixando de contribuir para a competitividade por ser tratada apenas como um setor de eficiência operacional. Para que a produção assuma um papel verdadeiramente estratégico, é necessário que suas decisões de infraestrutura e estrutura reflitam as prioridades da organização.
Com base na visão de Skinner e na teoria da Estratégia de Operações, assinale a alternativa CORRETA:
A eficiência produtiva deve ser buscada de forma autônoma, garantindo que a manufatura opere sempre em sua capacidade máxima para diluir custos fixos.
A estratégia de produção deve atuar de forma técnica e independente, evitando que as oscilações das promessas de marketing interfiram na estabilidade do fluxo de processos.
As decisões de produção, como a escolha de tecnologias e a organização do trabalho, devem ser derivadas das prioridades competitivas (como qualidade, flexibilidade ou velocidade) definidas pela estratégia corporativa.
O papel estratégico da produção consolida-se por meio da adoção de sistemas de gestão integrada (ERP), que automatizam o planejamento e eliminam a necessidade de escolhas discricionárias pelos gestores de operações.
A contribuição estratégica da manufatura limita-se ao suporte tático para a redução de preços, sendo desnecessária sua participação na definição de novos mercados ou produtos de alto valor agregado.


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