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Determinada autarquia federal responsável pela fiscalização de políticas públicas passou por reestruturação interna, com criação de novas coordenações e redistribuição de equipes técnicas. Após seis meses, a diretoria de gestão de pessoas identificou aumento de conflitos interpessoais, queda no desempenho de alguns servidores e redução do engajamento nas equipes recém-formadas. O relatório interno apontou os seguintes fatores:
• Divergência de valores profissionais entre servidores antigos e recém-ingressos;
• Ausência de clareza quanto aos papéis nas novas equipes;
• Liderança com foco predominantemente técnico e baixa ênfase na comunicação; e
• Cultura organizacional historicamente orientada à estabilidade de rotinas.
A medida correta para enfrentar a situação hipotética descrita consiste em:
Promover rodízio periódico dos servidores entre as coordenações, com foco na ampliação da experiência funcional.
Reestruturar o organograma formal, com redefinição das unidades administrativas e atualização dos fluxos processuais.
Estabelecer metas individuais de produtividade com monitoramento mensal de resultados e vinculação à gratificação por desempenho.
Implementar programa integrado de desenvolvimento gerencial e de equipes, contemplando alinhamento de papéis, gestão de conflitos, comunicação e reforço dos valores institucionais.


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