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O acúmulo de processos estagnados na liberação de linhas de crédito desencadeou uma forte crise operacional em uma agência de fomento. Durante a força-tarefa montada para reverter o cenário, a equipe técnica listou dezenas de gargalos de naturezas diversas, mas reconheceu que seria inviável sanar todos simultaneamente. Para direcionar os esforços de forma estratégica, a diretoria compilou o histórico de ocorrências e elaborou uma representação visual dispondo as frequências acumuladas das falhas em ordem decrescente, o que permitiu separar claramente os poucos problemas vitais dos muitos triviais. De acordo com as disposições teóricas sobre as ferramentas da Gestão da Qualidade, é possível afirmar CORRETAMENTE que o instrumento adotado para embasar essa priorização foi o:
Diagrama de Pareto, que permitiu focar a ação corretiva ao dispor as frequências das falhas do setor em ordem decrescente.
Diagrama de Ishikawa, que estruturou a crise categorizando as raízes dos atrasos em métodos, mão de obra e materiais.
Histograma, que ilustrou a distribuição estatística do tempo de tramitação dos processos ao redor de uma tendência central.
Fluxograma, que mapeou a sequência de aprovação das linhas de crédito para encontrar gargalos e pontos de decisão falhos.
Diagrama de Dispersão, que correlacionou o volume financeiro estagnado com os dias de atraso contabilizados na agência.


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