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A diretoria de uma sociedade de economia mista, estruturada como agência de fomento, determinou um pente-fino nas operações de concessão de crédito para alavancar a economia regional. Durante o mapeamento do setor, a equipe técnica liderada por um Administrador utilizou uma matriz de priorização cruzando o grau de impacto no negócio (B) com a qualidade do desempenho (Q). O processo crítico de “Análise e Liberação de Garantias” foi classificado matematicamente com “importância fundamental” para os resultados da agência, porém seu desempenho atual foi atestado como estritamente “inadequado” devido a falhas sistêmicas e operacionais. Com base nas diretrizes teóricas de avaliação de processos pela Matriz B-Q, a intervenção técnica indicada CORRETAMENTE pelo Administrador para solucionar a disfunção desse processo específico consiste em:
Aplicar o aprimoramento contínuo (Kaizen), mantendo a configuração atual e utilizando ferramentas para garantir a melhoria.
Promover a ruptura e reprojetar o processo, estabelecendo revisões em termos de organização, tecnologia e responsabilidades.
Focar em melhorias localizadas de pequena amplitude, pois a atual estrutura estratégica dispensa a revisão geral da organização.
Isentar a operação de intervenções imediatas para preservar o crédito, direcionando o esforço gerencial às áreas incipientes.
Delegar o fluxo de aprovação a terceiros, visto que a matriz determina que processos de alto impacto inadequados sejam suprimidos.


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