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No planejamento estratégico de uma determinada empresa, foram mapeados os processos de manutenção. A conclusão foi que tanto a manutenção de primeiro nível dos ativos industriais quanto a manutenção do nível mais crítico devem ser terceirizadas, ficando a engenharia de manutenção responsável pela gestão dos contratos de terceirização.
Ao relacionar a gestão de contratos com o ciclo do PDCA (Plan/planejar, Do/fazer, Check/verificar e Act/agir) deve-se
acompanhar o andamento dos contratos, considerando os prazos de início, término e renovação; qualidade dos serviços executados, através de KPIs (Indicador-Chave de Desempenho), tais como o tempo médio de reparo (MTTR) e a efetividade da execução (atividades previstas/realizadas), além de níveis de retrabalho e seus custos associados.
definir os níveis e critérios de confiabilidade a partir dos KPIs (Indicadores-Chave de Desempenho), tais como: tempo médio de reparo (MTTR), tempo médio para falha (MTTF), disponibilidade operativa (Disp), definir as competências e habilidades dos profissionais mantenedores, definir os custos envolvidos, buscar a alocação de recursos financeiros e acompanhar o andamento do contrato.
implementar gestão dos custos dos contratos de manutenção, levando em consideração não só o pagamento dos fornecedores, mas também custos extras, como aquisição de peças e equipamentos.
redefinir os critérios e ajustes nos controles dos custos e otimização dos futuros contratos.


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