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Em uma escola pública, estudantes de Gestão e Negócios desejam pesquisar preferências de consumo de colegas para criar uma loja experimental. O formulário prevê coleta de nome, telefone, renda familiar, hábitos de compra e perfis em redes sociais. A justificativa é que dados completos permitem segmentar campanhas e simular marketing digital real. A professora quer preservar a finalidade pedagógica e a proteção dos estudantes. Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Substituir dados pessoais por observação de comportamento em redes sociais abertas, pois informações publicadas voluntariamente pelos próprios estudantes reduzem restrições de privacidade na pesquisa.
Manter a coleta ampla com autorização formal da direção escolar, pois a atividade integra currículo técnico e simula práticas reais de segmentação de mercado com finalidade formativa.
Redesenhar a pesquisa com minimização de dados, finalidade explícita, consentimento adequado à faixa etária, anonimização quando possível e uso pedagógico claramente delimitado.
Realizar a pesquisa com consentimento explícito dos estudantes e de seus responsáveis, pois a autorização documentada confere base legal suficiente para a coleta integral dos dados previstos no formulário.
Coletar dados pessoais de maior exposição em amostra reduzida, pois menor quantidade de respondentes diminui o risco e preserva a validade da segmentação para fins pedagógicos.


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