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Durante estágio supervisionado em setor público, estudantes observam que a unidade mede produtividade pelo número de processos finalizados por servidor. Servidores relatam que processos simples são priorizados sistematicamente para melhorar os indicadores, enquanto casos complexos ficam represados por semanas. A chefia afirma que a métrica garante eficiência e transparência auditável. Considerando controle interno e princípios administrativos, assinale a alternativa que apresenta a análise mais adequada para a situação descrita:
A chefia deve criar meta específica para processos complexos em paralelo à métrica principal, pois a segmentação por tipo de demanda corrige distorções sem exigir alteração do sistema de indicadores.
O indicador deve ser mantido, pois o número de processos finalizados permite controle objetivo, comparabilidade entre servidores e auditabilidade pelo controle externo.
A unidade deve publicar fila de espera e produtividade desagregada por tipo de processo, pois a transparência pública amplia o controle social e induz comportamento mais equânime dos servidores.
O indicador deve ser redesenhado para combinar volume, complexidade, prazo, qualidade e risco, evitando que eficiência aparente resulte em perda de finalidade pública e equidade no atendimento.
O controle interno deve apurar possível desvio funcional, pois a priorização sistemática de processos simples pode configurar violação dos princípios da impessoalidade e da eficiência administrativa.


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