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Uma empresa simulada deseja vender ecobags produzidas por estudantes. O grupo pretende comunicar o produto como sustentável porque substitui sacolas plásticas descartáveis. Ao mapear a cadeia, descobre que o tecido vem de origem não rastreada, o processo de corte gera sobras sem destinação definida e o preço exclui parte significativa do público escolar. Um estudante propõe manter o discurso ambiental, pois o benefício de uso final compensa as limitações produtivas. Outro propõe divulgar transparência sobre as limitações, pois comunicação honesta preserva confiança mesmo em processo de transição. Nesse contexto, a decisão mais adequada é:
Revisar a proposta de valor, a cadeia de fornecimento, o aproveitamento de sobras, a comunicação e o preço, evitando promessa socioambiental que não se sustente no processo produtivo.
Adotar a transparência sobre limitações como estratégia central de comunicação, pois a honestidade sobre o processo em transição diferencia a marca de concorrentes que praticam greenwashing.
Ajustar o preço com versão popular acessível ao público escolar, pois a inclusão de consumidores de menor renda resolve a principal contradição social identificada no projeto sustentável.
Manter a comunicação ambiental centrada no impacto positivo do uso final, pois a substituição de descartáveis é o atributo mais relevante para o posicionamento e a diferenciação do produto.
Compensar as limitações produtivas com destinação de parte da receita para causas ambientais, pois a responsabilidade social amplia a legitimidade da marca e reduz a resistência do público-alvo.


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