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Um concurso público para o cargo de Analista de Gestão de Pessoas adotou, além das provas objetivas e discursivas, uma etapa de avaliação psicológica composta por testes de personalidade (HTP e TAT) e uma dinâmica de grupo não estruturada. Após a posse, o psicólogo organizacional responsável pela análise de resultados do concurso observou baixa correlação entre o desempenho na etapa psicológica e o desempenho no cargo após 12 meses. Considerando a literatura especializada sobre validade preditiva em processos seletivos, assinale a alternativa que apresenta a explicação mais plausível para essa baixa validade:
Os testes projetivos (HTP e TAT) possuem alta validade preditiva para cargos de gestão, portanto, o problema deve ser na dinâmica de grupo.
Testes psicológicos projetivos não devem ser usados em concursos públicos, pois a lei veda qualquer tipo de avaliação subjetiva.
A dinâmica de grupo não estruturada apresenta baixa confiabilidade entre avaliadores e baixa validade de construto, enquanto testes projetivos têm validade preditiva limitada para critérios de desempenho no trabalho, sendo mais adequado o uso de testes de raciocínio e inventários de personalidade baseados no Big Five.
A baixa validade decorre exclusivamente da falta de treinamento dos avaliadores na dinâmica de grupo, pois os testes projetivos são suficientes quando bem aplicados.
O erro está na avaliação de desempenho após 12 meses, que provavelmente foi mal elaborada.